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“Sexto jogador em quadra”: basquete feminino de Santo André pede torcida em podcast

Em episódio dedicado ao esporte, a capitã Jaqueline Silvestre e a técnica Adriana Amado falaram sobre suas trajetórias nas quadras e sobre o desafio de reaproximar a torcida do basquete feminino andreense.

Duas trajetórias que se cruzam nas quadras

Jaqueline relatou que começou a jogar ainda criança, em São José do Rio Preto, depois de ser incentivada por uma vizinha. Aos dez anos, foi convidada para um clube de Jundiaí e, conforme contou, passou por diferentes equipes até chegar a Santo André em 2011. A técnica Adriana Amado disse ter iniciado no esporte escolar e se formado pela Unicamp, onde participou de projetos de extensão. De acordo com seu relato, atuou por vários anos no basquete feminino da região, passou por um clube na Argentina e, mais recentemente, trabalhou também com o basquete masculino de base antes de assumir a atual função.

Uma tradição de mais de meio século

Segundo a treinadora, o basquete feminino de Santo André acumula mais de cinquenta anos de história e teve grande projeção em diferentes fases da modalidade. A trajetória andreense está associada a nomes históricos, como Laís Elena, cuja atuação ajudou a consolidar a cidade como referência no basquete feminino. A equipe também conquistou títulos importantes, entre eles o Campeonato Brasileiro de 1999 e a primeira edição da Liga de Basquete Feminino, na temporada 2010/2011. Na era LBF, Santo André é apontada como a única equipe presente em todas as edições da competição.

Experiência e juventude no mesmo elenco

As convidadas explicaram que o elenco atual mistura atletas mais experientes e jogadoras da base. Para Adriana, essa combinação permite que a vivência das mais velhas se some ao vigor das mais novas. Jaqueline, que assumiu a capitania, disse ver na função a oportunidade de servir de referência às atletas em início de carreira, como ela própria se inspirou em jogadoras mais experientes quando começou.

A torcida como sexto jogador

Um dos pontos centrais da conversa foi a relação com o público. Jaqueline definiu a torcida como o “sexto jogador em quadra”, e Adriana destacou o desejo de reconstruir a identidade entre equipe e comunidade, reaproximando o andreense dos jogos. As convidadas afirmaram que, no momento da gravação, os treinos eram abertos ao público e realizados no Parque Celso Daniel. Também mencionaram a expectativa de reaproximar a equipe de seu ginásio tradicional.

Esporte feminino e o olhar do cidadão

Durante o episódio, a apresentadora perguntou como o poder público e a sociedade poderiam contribuir para valorizar o esporte feminino. As convidadas defenderam a importância de ampliar oportunidades para meninas praticarem a modalidade, desde a escola até os clubes, e de fortalecer o apoio da torcida. Reforçaram ainda o convite para que a população acompanhe a equipe nas redes sociais e compareça aos jogos.

Assista ao episódio completo no canal da TV Câmara Santo André e acompanhe de perto as histórias que passam pela Casa.

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Texto: Comunicação Institucional

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